Mundos! O novo cardgame nacional que vai dar o que falar!

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Mundos! O novo cardgame nacional que vai dar o que falar!

“Em um futuro distópico e em um planeta distante, as Raças lutam entre si, em uma disputa por liberdade, conhecimento, poder e fé! Exércitos, magias, ardis e milagres são as principais armas em Mundos Cardgame“…  

São essas as primeiras palavras sobre esta obra 100% nacional que promete conquistar os jogadores de cardgame.

Mundos! O novo cardgame nacional que vai dar o que falar!

 A ambientação do Mundos Cardgame surgiu da necessidade de criar um cenário para o Mundos RPG .

Sendo um projeto desenvolvido inicialmente por Tiago Lisboa, o Mundos RPG era um sistema de regras de RPG genérico, mas carecia de uma ambientação que o torna-se mais atrativo para o público.

Como a Ludo Porto buscava um produto que pudesse ser o seu carro-chefe e os idealizadores já possuíam o sistema de jogos de cartas colecionáveis, denominado Thru Universe, eles decidiram por criar uma ambientação própria.

ORGANIZANDO IDEIAS

Jansen Azevedo, Lead Designer do sistema Thru Universe, imaginava que uma ambientação com a temática de fantasia medieval, apesar de recorrente em jogos de cartas, poderia trazer dois principais benefícios para o jogo, como um todo:

Primeiro: A temática, apesar de ser largamente usada, ainda tem o potencial de atração, devido à familiaridade que o público alvo possui, carecendo apenas de uma “roupagem” que a confira as devidas diferenças que possam agregar no contexto de desenvolvimento da história da ambientação, normalmente conhecida pelos jogadores pelo termo em inglês “Lore”.

Segundo: A temática de fantasia medieval garante um espaço de design de cartas e mecânicas para o jogo, seriam mais limitados em uma ambientação baseada em uma propriedade intelectual famosa, como os universos de heróis e vilões da DC Comics ou Marvel, por exemplo. Sendo que o sistema Thru Universe havia sido desenvolvido inicialmente para utilizar o universo da DC Comics e já naquela época, já era previsto um esgotamento de espaço de design em um tempo relativamente curto, uma vez que os temas usados deveriam sempre respeitar figuras icônicas daquele universo.

PREMISSAS DA AMBIENTAÇÃO

Assim, o desafio foi centrado em definir um ambiente de fantasia medieval “diferente”. Foi quando uma ideia surgiu e começou a ser desenvolvida por Jansen, baseado em duas premissas.

A primeira é baseada na pergunta que dá título ao livro de Erick Von Däniken – “Seriam os Deuses Astronautas?”. Este livro, assim como o trabalho de Erick, é calcado no questionamento do surgimento e evolução da raça humana e determinados povos, como os Egípcios, os Sumérios, os Maias e Astecas e qual a sua relação com seres extraterrestres, que os modificaram e os muniram de tecnologias e conhecimentos muito mais avançados do que o normal para aquela época. Erick postula que os humanos foram ajudados por uma raça alienígena denominada Anunnaki, que os viam como Deuses, capazes de feitos milagrosos, muito além da compreensão humana. O que leva diretamente a segunda premissa, que é retirada das três leis de Arthur C Clarke:

“Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia.”

Este conceito já foi explorado em um RPG chamado Numenera. Mas aqui, creio que a abordagem diferente, possa distanciar os dois em termos de comparação.

“Ocorreu-nos que em filmes como Vingadores, tanto em Guerra Infinita, com em Ultimato, a nanotecnologia, presente nos trajes dos personagens Homem de Ferro e Pantera Negra, beiram ao mágico! E partindo daí, imaginamos que qualquer coisa que simule o que foi apresentado nestes filmes possa ser tido como palatável em relação à suspensão de descrença.” – Conta Jansen Azevedo, sobre como as ideias se organizaram para definir a premissa da ambientação do jogo.

Neste caso, “Os Deuses são mesmo astronautas” e somos nós os humanos que conseguimos, através da tecnologia de viagens supra-luz, colonizar outros planetas e extrair recursos naturais que são enviados com alguma regularidade para a Terra, que não realiza mais este tipo de atividade no planeta, por conta do risco de causar novos desastres ambientais, que quase acabaram com a raça humana no passado.

Mundos! O novo cardgame nacional que vai dar o que falar!

A ambientação define seu marco inicial no ano de 3020, ou seja, mil anos no nosso futuro. A Terra é dominada por grandes corporações e a produção de riquezas é sustentada pelo extrativismo interplanetário. Os motores de dobra são capazes de cobrir uma grande parcela da distância de algumas viagens, pois o consumo energético para a viagem é muito grande, fazendo destas expedições um verdadeiro processo de colonização. Uma nave só retorna a Terra, após se estabelecer no planeta e coletar minerais suficientes para valer o custo de retorno.

Grandes expedições humanas viajam a pontos longínquos, munidos com armas e tecnologia. Mas no futuro a mão de obra humana já não é tão grande que seja possível tripular todas as naves exploradoras. Isto é devido a uma posição que já foi um dos problemas que assolaram a humanidade, que foi a superpopulação. Hoje, o aumento da natalidade é encorajado, para que esta demanda por tripulantes nas expedições sejam supridas, uma vez que a manutenção de androides é cara e dependendo da duração da expedição, pode incorrer na falta de peças de reposição. Neste cenário, apenas grandes empresas mantêm a hegemonia da conquista espacial, pois possuem recursos financeiros suficientes para manter as melhores naves, equipamentos, combustível e etc.

No entanto, um pequeno conglomerado vê e a solução para a mão de obra barata, com o desenvolvimento de criaturas baseadas em DNA humano e modificadas para desenvolver características que as favoreçam em tarefas específicas, como resistência a temperaturas elevadas para trabalho com mineração subterrânea, força superior e resistência para preencher a infantaria em um exército, dentre outras capacidades. Mas as leis terrenas proíbem veementemente a aplicação da tecnologia para este fim, pois estas “criaturas” não seriam nada diferentes de escravos e este tipo de prática é abominável. Por questões éticas, a tecnologia de clonagem, apesar de permitir a manipulação genética e a duplicação de seres é ilegal.

Um bom material de leitura, foi disponibilizado na sua página oficial do Facebook e conta, sob a ótica de cada uma das Raças, os acontecimentos mais relevantes desde o início da colonização de YavDoma até o período atual, onde a narrativa do jogo se passa.

Para ter acesso, basta clicar no link aqui.

Mundos Cardgame inicialmente contará com quatro raças são elas:

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Criados para servirem como infantaria e poupar as baixas humanas, os Megals possuem características físicas e psicológicas que os direcionam para a batalha. Grande estatura, aliada a força e agilidade. Uma pele que possui uma espessura de aproximadamente 1,5 cm. O que poderia se chamar de couro, inclusive. Eles produzem uma quantidade grande de testosterona durante toda a vida, o que os tornam mais agressivos e causa como efeito colateral, a supercalcificação dos ossos, o que frequentemente resulta em protuberâncias ósseas despontando em diversas partes do corpo. Com o treinamento adequado, estas criaturas, mesmo que desarmadas são capazes de um grande estrago aos seus oponentes.

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Desenvolvidos para o trabalho na mineração. Possuem baixa estatura, para facilitar a locomoção em ambientes claustrofóbicos como os túneis e escavações. Força e resistência para aguentar o trabalho árduo e em condições insalubres. Muitos Twergs possuem uma tolerância a altas temperaturas, que os ajudam a suportar o ambiente de trabalho em regiões vulcânicas.

Os Twergs foram maturados logo após os Megals, pois sua função no extrativismo é fundamental para a continuação do processo de colonização.

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Estas criaturas, de corpo esguio e leve, possuem algumas funções bem específicas, que auxiliam na manutenção do funcionamento da colônia como um todo. Isto acontece graças a sua estrutura corpórea, que é capaz de abrigar uma quantidade enorme de Symbionanos, para auxiliá-los em tarefas de operação de mainframes, engenharia e etc. Sua estrutura física é feita para aumentar a longevidade humana e como a saturação de Symbionanos podem ser extremamente benéficos em geral.

Os Alvans foram maturados por último, pois suas funções seriam melhores aproveitadas, após a fase inicial da colonização, que normalmente envolve uma quantidade enorme de casualidades, devido ao extermínio de pragas, como as criaturas insectóides, que foram denominadas Kyriarchias.

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Descendentes dos antigos “Deuses”, eles clamam que as demais Raças devam obediência aos Reinos Humanos, principalmente à Asmethia. Os humanos aprimoraram as técnicas de combate e comando, fazendo de seu exército uma unidade de muita habilidade. Sendo o Sagrado Exército de Asmethia, uma das forças militares mais temidos de toda YavDoma.

Além de todo o material de ambientação disponibilizado na sua página, Mundos Cardgame, contará com a expansão deste cenário através de uma série de quatro contos, um para cada raça, que mostrará YavDoma pelo ponte de vista de um individuo entre seus iguais e os caminhos que os levaram à guerra. Este contos serão liberados como uma das recompensas em metas sociais, durante a campanha de Financiamento Coletivo que acontecerá pela plataforma Catarse, em novembro deste ano.

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Mundos Cardgame acabou por tornar-se um projeto que contou com a colaboração de diversas pessoas que apostaram no seu sucesso, isso principalmente no tocante à arte do jogo.

Tendo como Diretor de Arte do projeto, Murilo “Murich” Araújo, um experiente ilustrador e sócio da Halftones , uma escola de desenho localizada na cidade de Guarulhos – SP, o projeto agregou diversos outros ilustradores. Em sua maioria, iniciantes com enorme potencial para despontar neste mercado.

Mundos! O novo cardgame nacional que vai dar o que falar!
Cerco à Bazirel – Arte pelo Ilustrador Murilo Magalhães, que também é professor na Escola Halftones.

No total, foram 19 artistas que emprestaram o seu traço e entusiasmo para fazer o projeto acontecer. Como forma de enaltecer este ato, o pessoal do Mundos Cardgame, disponibilizou diversos vídeos, com o processo de desenvolvimento destas arte, desde o rascunho até a arte final, com uma edição que conta com uma trilha sonora épica e alguns spoilers das cartas que estarão disponíveis no jogo tudo isso na página no Facebook do jogo.

Mundos! O novo cardgame nacional que vai dar o que falar!

Mundos Cardgame tem como pontos fortes, uma mecânica que usa elementos presentes em Boardgames e RPGs para trazer um jogo onde a estratégia e perspicácia são elevadas a um outro nível.

Estas características poderão ser experimentadas pelos interessados através de uma “degustação” do jogo na plataforma online Tabletopia. Assim, os jogadores poderão ter uma noção do que o jogo é, antes de apoiarem o mesmo no seu Financiamento Coletivo.

JOGO ORGANIZADO E FORMAÇÃO DE NOVOS JOGADORES

Além disto, os idealizadores prometem a criação de um ambiente competitivo, com incentivos à torneios organizados por lojas parceiras, através do ProDem, um programa de demonstração, que irá fomentar a introdução de novos jogadores, através da atuação de demonstradores voluntários, que participam do programa e acumulam pontos, que podem trocar por brindes exclusivos e materiais do jogo.

O ProDem também é responsável pelo Jogo Organizado, que instituirá um Rank baseado nos Torneios Locais, e conforme o seu crescimento, haverão Torneios Regionais e até um Torneio Nacional.

A ideia é que os resultados oficiais de futuros torneios, influenciem nas histórias sobre os desdobramento das raças. Podendo colocar até os melhores jogadores na história de sua facção, tornando as disputas ainda mais interessantes.

Mundos – Cardgame tem tudo para dar certo e crescer no cenário nacional de jogos.

Quem quiser conhecer mais sobre o projeto e ficar ligado em todas as novidades, o que inclui a data do lançamento do financiamento no Catarse, basta segui-los no Facebook, Instagram ou Youtube.

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