CRÍTICA: REI LEÃO (2019)

Rei Leão é o mais novo filme “live action” da Disney e leva mais uma vez o público a se emocionar e ficar cativado pela trama shakespeariana apresentada em um conto de intriga, aventura e principalmente de descoberta. Não podemos comparar o filme com animação gráfica de ultima geração a obra de animação 2D de 1994, por um simples motivo… a proposta de cada um é diferente, logo o Rei Leão que chega nos cinema amanhã é uma diversão focada em apresentar um mundo e personagens mais realistas do que para se preocupar com elementos típicos do antropomorfismo envolvendo protagonistas animais nas produções da Disney.

CRÍTICA: REI LEÃO (2019)

A preocupação técnica de que cada personagem seja o mais real possível é impressionante. Os detalhes visuais são de tirar o fôlego e dão uma grande força narrativa quando verificamos que não foi poupado esforços para que pudessem traduzir todas as nuances da animação 2D em uma linguagem realista e crível. Diversos detalhes foram inseridos para que a narrativa se mantivesse coesa nos brindando com toda a grandiosidade que o filme Rei Leão trouxe pela primeira vez para o cinema.

Não espere novidades, apenas adaptações da narrativa conforme expliquei. A essência dos personagens se mantém em cada detalhe e você ainda quer cantar cada uma das canções do filme. Timão e Pumba são destaque como sempre, mesmo não usando recursos cartunescos conhecidos para deixa-los engraçados. eles ainda continuam sendo hilariantes em seus dialogos e a versão realista deles ainda impressiona em todos os sentidos. A performance das vozes escolhidas para o elenco são impecáveis e oferecem ao público diversão e emoção suficientes para sair do cinema ainda perplexo com essa adaptação.

CRÍTICA: REI LEÃO (2019)

James Earl Jones reprisa o papel com maestria e esbanja talento e presença de tela ao ouvirmos sua voz poderosa deixando-o magnifico e pontuando-o como um personagem forte e cativante. Chiwetel Ejiofor apresenta um Scar maquiavélico e dissimulado de uma forma semelhante que Jeremy Irons o fez no passado. Seth Rogen faz o papel de Pumba enquanto Billy Eichner interpreta seu inseparável amigo Timão, ambos são personagens carismático e hilariantes, cativando o público com diálogos inesquecíveis e situações impagáveis!

CRÍTICA: REI LEÃO (2019)

Beyoncé faz um ótimo trabalho de interpretação como Nala. A canção “Can you Feel the Love Tonight?” é belíssima de ver, pois há participação de Donald Glover, Seth Rogen e Billy Eichner . Além disso, temos algumas músicas inéditas, tais “Never too Late” e “Spirit”. A trilha sonora em geral é a mesma porém com novas interpretações. A cantora Beyoncé no dia 19 de Julho, lançou um álbum totalmente inspirado neste filme chamado Lion King: the Gift.

CRÍTICA: REI LEÃO (2019)
CRÍTICA: REI LEÃO (2019)

A trama de Rei Leão envolve o plano vilanesco de Scar para eliminar o Rei Mufasa e Simba a fim de se estabelecer como novo regente da região. Simba sobrevive ao ataque das hienas e foge para uma terra distante onde conhece Timão e Pumba, que o ensinam a viver de uma forma descompromissada e esquecer o passado, Com o passar do tempo, as terras de Scar estão destruídas e Nala tenta achar aliados para destronar seu regente maligno, porém nunca imaginou reencontrar Simba e ter de ajuda-lo a superar seu passado.

CRÍTICA: REI LEÃO (2019)

Sem dúvida, a Disney conseguiu mais uma vez trazer uma obra impressionante e imperdível que irá cativar toda uma nova geração de fãs!

AVALIAÇÃO: 5/5

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