Crítica: Bumblebee, o filme.

BUMBLEBEE, O FILME QUE SALVOU A FRANQUIA TRANSFORMERS!

Crítica: Bumblebee, o filme.
Poster nacional do filme.

“Bumblebee” é uma grata surpresa e ao mesmo tempo um novo fôlego para a franquia Transformers. Em poucos minutos de filme, vemos eventos memoráveis e cheios de referências ao visual clássico dos Autobots e Decepticons, apresentando um reboot épico feito com qualidade de narrativa e efeitos especiais, com o único intuito de agradar os fãs, novos e veteranos, dos robôs alienígenas! 

Assim que começa o filme, somos testemunhas de uma batalha grandiosa em Cybertron, que mostra diversos heróis e vilões da franquia em seu visual clássico dos anos 80, o que irá agradar todas as idades, já que a sequência relembra muito os primeiros momentos do desenho animado original de 1984, além da presença de velhos conhecidos como Soundwave, Shockwave, Hatchet, Wheeljack, Prowl, entre outros. Além disso, “Bumblebee” recebe a missão de Optimus Prime para ir até a Terra, pois os Autobots necessitam de uma nova base para se reagrupar e prepararem um plano para recuperar Cybertron das mãos de seus inimigos.

Crítica: Bumblebee, o filme.
Soundwave: visual clássico dos Transformers é usado no filme!

Dessa maneira, vemos um filme com a missão de resgatar todo o brilho e fascinação da franquia oitentista que foi gradualmente sofrendo péssimas continuações no cinema, após sua impactante estreia bilionária em 2007 dirigida por Michael Bay. Muitos achavam que a franquia Transformers havia sido sepultada com o horrendo filme chamado “O Último Cavaleiro” (2017), mas “Bumblebee” é a prova de que recomeçar do zero era algo necessário!

Crítica: Bumblebee, o filme.
Agente Burns (John Cena) no Setor 7.

Sobre as atuações, Hailee Steinfeld (Bravura Indômita, 2010) está incrível no papel de Charlie Watson, bem como reforça o poder da maravilhosa magia do cinema entregando uma personagem complexa que contracena com Bumblebee. Destaque especial para Jorge Lendeborg que faz Memo, o vizinho de Charlie. E por falar no personagem título, a equipe de efeitos especiais e o próprio ator Dylan O´Brien (Maze Runners, 2014) conseguiram que Bumblebee se torna-se um magnifico e carismático herói na tela, que cresce a cada cena e conquista o coração do público com ações e emoções que são apenas expressadas através do olhar e de gestos.
John Cena, o ator e lutador profissional, está muito bem no papel do Agente Burns que trabalha para o Setor 7 e tem que lidar com a presença dos Transformers nos Estados Unidos. A trilha sonora do filme é um espetáculo de nostalgia que transforma “Bumblebee” em uma excelente homenagem a década de 80.

Crítica: Bumblebee, o filme.
Confronto contra Blitzwing

Em minha opinião, os vilões Dropkick (carro/helicóptero azul) e Shatter (carro/caça a jato vermelho), cujas vozes são de Justin Theroux e Angela Basset respectivamente, poderiam ter sido melhor explorados na trama. Até mesmo Bliztwing, interpretado por David Sobolov, que devido ao seu visual pode ser confundido com uma versão clássica de Starscream, me pareceu um oponente mais interessante para o herói, já que ele é responsável por causar uma das características marcantes de Bumblebee

Crítica: Bumblebee, o filme.
Dropkick e Shatter

Particularmente, eu gostaria que os diálogos fossem usados para nomear os vilões em algum momento, já que eles nunca se identificam pelo filme. Só descobrimos seus nomes quando vemos os créditos e ainda temos de nos esforçar para encontrar uma foto promocional que venha com alguma informação sobre esse assunto.

Crítica: Bumblebee, o filme.
Blitzwing

Apesar desse deslize, a roteirista Christina Hodson entrega uma trama divertida, dinâmica e nostálgica para nosso deleite, equilibrando momentos de intenso combates com desenvolvimento da personalidade e peculiaridades de Bumblebee. As melhores cenas deste filme são aquelas onde vemos a interação entre o Bumblebee e seus novos amigos adolescentes! Uma mistura bem feita de amizade, descoberta e comédia. O diretor Travis Knight (Kubo) mostra toda a sua versatilidade e habilidade em desenvolver um filme de aventura repleta de ação e carisma que irá conquistar todos que forem ao cinema prestigiar o renascimento da franquia e seu novo direcionamento. E definitivamente, Bumblebee dá novamente sentido a célebre frase: “Mais do que os olhos podem ver”!

Nota:

Crítica: Bumblebee, o filme.

Mais do que os olhos podem ver…

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