CRÍTICA: ALADDIN

A versão live action de Aladdin é grandiosa, divertida e um espetáculo a ser visto na tela de cinema. O filme consegue entregar toda a magia e diversão que sua versão animada ofereceu anos atrás.

Além da fotografia estar de tirar o fôlego, mostrando tanto as locações como figurino de uma forma mais realista, exibindo traços culturais marcantes. Os efeitos visuais estão incríveis e impecáveis! Os números musicais arrancam aplausos da platéia e dão força a narrativa levando todos a entrar no espírito desta aventura das mil e uma noites com um sorriso largo e olhos vidrados a cada cena!

CRÍTICA: ALADDIN

Will Smith interpreta um Gênio digno de deixar Robin Willians orgulhoso. E sim, ele é exatamente como todos desejavam que fosse… Azul, carismático, hilariante, humanizado e totalmente único, assumindo diversas formas e personalidades, revelando todo o talento de Will como ator e cantor! Sem sombra de dúvida, este é o melhor papel que ele já fez em sua carreira. Outro destaque do elenco fica com a atriz Nasim Petrad que faz Dalia, a dama de companhia de Jasmine! Apesar de ser uma personagem secundária criada para o filme, a atriz conquista seu espaço no coração da audiência com seu jeito engraçado e charmoso de lidar com as diversas situações que a princesa a coloca. O mais bacana é como o diretor e roterista Guy Ritchie aproveita esta personagem para lhe dar uma crescente relevância na trama.

CRÍTICA: ALADDIN

Mena Massoud (Aladdin) e Naomi Scott (Jasmine) possuem um charme especial e uma ótima química na tela, interpretando de forma natural e espontânea suas falas e levando o publico a se apaixonar pela história como se fosse a primeira vez que a tivessem visto.

CRÍTICA: ALADDIN

Marwan Kenzari, que interpreta o vilão Jafar está confortável no papel e faz muitos trejeitos conhecidos de sua contraparte animada. Iago é uma presença satisfatória e relativamente séria no filme, já que é bem menos tagarela, ranzinza e estressado do que a versão original de 1992. Este detalhe não diminui sua importância na história, mas reforça sua posição como espião e parceiro confiável de Jafar.

A trilha sonora de Aladdin é basicamente a mesma da animação, mas nunca deixa de arrepiar ao ouvir as musicas como “A Friend like Me”cantada pelo próprio Will Smith, bem como a famosa cena do tapete voador embalada pelo dueto Massoud e Scott cantando “Whole New World” é magnífica! Lembrando que esta música em 1992 ganhou um Oscar e um Grammy de Melhor Canção.

CRÍTICA: ALADDIN

Um destaque especial é a nova canção feita especialmente para Jasmine chamada “Speechless“, que foi criada por Alan Menken, o mesmo compositor da trilha sonora original. Esta canção, que é dividida em duas partes, que adiciona força a personalidade e dão uma postura mais atual a personagem Jasmine, com uma motivação que a deixa mais próxima da audiência de hoje, reforçando sua individualidade e determinação em momentos chaves da trama.

A história de Aladdin foi levemente modificada para dar maior profundidade e veracidade ao cenário, assim como permitiu introduzir alguns detalhes sobre Agrabah e cercanias, bem como trás alguns novos personagens secundários.

A cidade de Agrabah fica próxima do mar, logo é um reino próspero comercialmente e de grande importância. Aladdin é um ladrão orfão que usa sua astúcia e agilidade para sobreviver, até que um dia conhece uma mulher misteriosa no mercado. Sem saber que é a Princesa Jasmine, ele se apaixona por ela e por descuido acaba caindo nas mãos do vizir Jafar que deseja usá-lo para conseguir a Lampada Mágica da Caverna das Maravilhas… E assim inicia a jornada de Aladdin e seu amigo Gênio.

AVALIAÇÃO: IMPERDÍVEL, DIVERTIDO E CATIVANTE!

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