Crítica: A última Noite
0 2 min 2 anos
3.7
(3)

Crítica: A última Noite

O que aconteceria se você soube-se que o mundo vai acabar e que todos terão uma morte com enorme sofrimento? É isso exatamente o ponto focal do filme “A Última Noite” da diretora Camille Griffin. Acompanhamos Nell (Keira Knightley) e seu marido Simon (Matthew Goode) preparando sua família para a receber parentes e amigos para um banquete de Natal.

O problema é o que uma nuvem venenosa que está por todo planeta chegar sobre o Reino Unido, a extinção é certa. Por isso muitas confusões acontecem com a eminente morte dos personagens. Apesar da tenção no filme existe um humor negro que permeia a trama. Os personagens mesmo desajustados se completam nesse enredo atípico. O filme controla a trama e vai desenrolando de forma uniforme e tranquila até o início do terceiro ato onde temos a conclusão da trama. O filme toca em assuntos polêmicos como seguir ou não as orientações de governos e cientistas, além de temas com a religião.



Apesar de ser um ótimo filme temos alguns problemas que são os efeitos especiais usados que não são dos melhores. Mas que servem para ilustrar os acontecimentos fora da casa. Em minha conclusão “A Última Noite “é um bom filme para se assistir fugindo um pouco do grande volume de Blockbuster habituais hoje na 7ª arte.

Nota:

Crítica: A última Noite

Trailer a Última Noite – Paris Filmes

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