CRÍTICA: A MENINA E O LEÃO

Filme bonitinho, leve, sem muitas surpresas. Fala sobre a adaptação de Mia, que na idade aproximada de 10 anos tem que se mudar de Londres para a Africa do Sul, para uma fazenda de leões. Típica adolescente revoltada com as mudanças e perda dos amigos e regalias da cidade grande, torna-se uma pessoa desajustada. Seu irmão Kevin, que é dois anos mais velho, apresenta problemas mentais, que se mostram ser apenas inseguranças, mas ele é muito bom com animais também, e para dormir precisa que lhe contem uma lenda, na qual o roteiro explora os aspectos dessa fábula.

A principio Mia não quer graça com Charlie, o leão, mas ele a conquista com sua insistência. A história se desenvolve ao longo de três anos, quando Mia descobre para que os leões da fazenda são criados, e com a ajuda de Kevin e da empregada da casa, Mia parte para salvar Charlie de seu destino.

Infelizmente este drama tem uma história rasa, feito para angariar fundos para a Fundação Kevin Richardson, o encantador de leões, que é citada no final do filme. Lembra a premissa de Free Willy, mas com leões. A essência do filme agradará com certeza todos que adoram animais, pois o bebê Charlie é fofíssimo. Um momento bem emotivo do filme é quando tocam a musica do Rei Leão cantada por uma criança.

Há cenas interessantes de ação, como por exemplo quando tentam esconder o leão a vista de todos, porém algumas outras situações apesar de legais como a do shopping são desnecessárias para o contexto geral do roteiro. O filme tem um boa fotografia e uma paleta de cores quentes que agrada o olhar da audiência.

Avaliação:

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