CRÍTICA: VELOZES E FURIOSOS – HOBBS E SHAW

Velozes e Furiosos tem uma grande legião de fãs e quando surgiu a noticia de que um spin-off com estes dois personagens iria ser feito muito se especulou se a franquia conseguiria um novo fôlego. Especulava-se que a fonte havia se esgotado a tempos e que qualquer outro produto derivado seria mais do mesmo… Ainda bem que todos estavam enganados.

Hobbs e Shaw é no minimo surpreendente, pois consegue ser um filme divertido e cheio de ação que apresenta o melhor que a dupla Dwayne Johnson e Jason Staham pode oferecer. Repleta de adrenalina, situações inusitadas e ação incessante, o filme te prende do inicio ao fim sem cansar. A maior vantagem é que você não precisa ter visto absolutamente nenhum filme da franquia velozes e furiosos para entender este spin-off.

Destaque para Brixton (Idris Elba) como o grande vilão do filme. Apesar de ser um personagem com uma motivação clichê de vingança, a atuação e presença de tela de Idris faz o resultado ficar soberbo. As escolhas do elenco foram pontuais, principalmente por escalar Vanessa Kirby como a personagem Hattie, que oferece uma personagem forte e a altura de Hobbs e Shaw em eficiência. Este filme não teria o mesmo impacto se fosse realizado de outra forma.

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As sequências de lutas, perseguição e comédia que estão no filme são muito bem feitas e o “timing” delas é impecável. O diretor David Leitch demonstra pleno controle da narrativa sem perder o impacto visual de cada um dos momentos.

NOTA – 4,5

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