Crítica – “Exterminador do Futuro: Destino sombrio”

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Toda vez que via um anúncio de uma nova continuação de “O Exterminador do Futuro”, eu ficava imaginando o que iriam fazer para recuperar a essência que existia no primeiro e no segundo filme da franquia. Algo havia se perdido e nada até então tinha conseguido chegar perto do que fora feito… A única constante de fato era a presença de Arnold Schwarzenegger, mas isso não era o suficiente para manter a direção correta.

Por fim eis que acontece o retorno de James Cameron e Linda Hamilton para a franquia, e com eles “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”.

A esperança de que a história fosse contada de forma correta e coerente, e que o filme traria novamente o sentimento que outrora era sentido por todos os fãs da obra, reacendeu!

Mais de dois anos se passaram e aqui estamos com o “Exterminador” de Cameron. E é com um sorriso no rosto que digo que estou satisfeito com o que vi na tela. Trazendo a nostalgia dos primeiros longas-metragens, o filme realmente é uma continuação do aclamado segundo filme de Cameron.

O roteiro não é surpreendente, mas não peca em nenhum ponto, mantendo de forma consonante tanto o primeiro, segundo e o terceiro ato. Os diálogos entre os personagens são ótimos, o que mantém a tensão em cada momento da trama.

O som é uma experiência à parte: com uma ótima qualidade impressiona no momento da ação, com tamanha precisão.

Os efeitos especiais são um show. Nas primeiras cenas iniciais é impressionante como conseguiram chegar a quase perfeição… Não entrarei em mais detalhes pois estarei dando “spoiler” caso continue a falar sobre isso. Mas é algo impressionante o que foi feito aqui…

A participação de Linda é algo que a franquia realmente necessitava, e ela novamente consegue trazer o público para si, mesmo sendo considerada aqui mais como uma âncora para a narrativa do que realmente ser relevante para a trama. Mas sua presença é importante para o conjunto da obra.

Agora não podemos deixar de falar sobre Schwarzenegger, que mais uma vez está perfeito no papel, dando um alívio cômico pontual e mostrando um outro lado do Exterminador nunca antes visto pelo público.

Crítica – “Exterminador do Futuro: Destino sombrio”

O que concluo é que “Destino Sombrio” sem dúvida é uma continuação do segundo filme da franquia e, sim, deu um fôlego renovado para o surgimento de novos filmes.

 Que venham mais e mais! Pois vejo que uma nova era do “Exterminador” tem se iniciado e ainda existe muito o que ver no futuro.

Nota do Crítico:

Crítica – “Exterminador do Futuro: Destino sombrio”

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