Bright – Review

Bright - Review
Netflix – Bright

Em dezembro de 2017 o serviço de streaming da Netflix lançou Bright, um filme estrelado por Will Smith, Joel Edgerton e dirigido por David Ayer, tendo como ambientação uma proposta bem interessante: Como seria o mundo se um cenário de fantasia medieval evoluísse para os dias de hoje? Imagine um mundo onde a raça humana compartilha uma sociedade com elfos, orcs, entre outras criaturas fantásticas! A magia existe, mas possui pouquíssimos praticantes e um dos itens mais poderosos é a varinha mágica. Para os jogadores de RPG como eu, a primeira impressão é de que estamos falando de um cenário de Shadowrun… mas não estamos falando de um evento que criou as raças e criaturas fantásticas e a magia, elas sempre existiram, só evoluíram e fazem parte da história do mundo.

Em Bright, Will Smith interpreta o policial Daryl Ward que tem como parceiro Nick Jakobi, o primeiro orc policial nos Estados Unidos, uma situação complicada, uma vez que os orcs são considerados cidadãos de segunda classe por razões históricas. Ward e Jakobi acabam por se envolver em uma aventura com uma elfa fugitiva e uma poderosa varinha.

Bright funciona ?

Apesar de ter recebido algumas críticas nas redes sociais, Bright funciona bem e entrega um filme que dá ao espectador aquele desejo de ver mais, até porque o que foi apresentado foi um leve arranhão na superfície de uma ambientação bem interessante. Eu mesmo tive a impressão de que a estratégia dos produtores era gerar uma sequência em um seriado, mas a surpresa é que será produzido Bright 2.

Uma boa dica para quem gostou do filme e quer mais é curtir a página oficial de Bright no Facebook. Lá tem alguns vídeos descrevendo um pouco da história, varinhas mágicas, orcs no UFC e muito mais.

Apesar de ter recebido apenas 27% no Rotten Tomatoes pelos críticos e 87% pelo público, Bright consegue uma média geral, segundo o site IMDB, de 6,5. Embora seja um filme que provavelmente não será lembrado como uma obra prima da ficção, recomendo assistir. Será que teremos uma trilogia? Ou mais?

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One Thought to “Bright – Review”

  1. Janaína

    Esperando ansiosamente a trilogia de Bright… 😉
    #VimPeloThanatosz

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