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“Assassino Por Acaso” é um filme que mistura ação, suspense e drama, estrelado por Glen Powell no papel de Gary Johnson, o assassino profissional mais procurado de Nova Orleans. A premissa do filme é intrigante e traz uma reviravolta interessante: Gary, que é visto como um assassino de aluguel comum por seus clientes, na verdade trabalha secretamente para a polícia, investigando a vida daqueles que o contratam para cometer crimes.

Glen Powell retrata Gary Johnson como um personagem multidimensional e emocionante. Ele atraiu os espectadores para o contraste de seu papel: em um pólo, um assassino impiedoso e sem sentimentos, e no outro pólo, um policial com um aguçado senso de justiça. Um dos aspectos mais intrigantes da trama é a transformação do personagem de Gary ao longo da história – em particular, ele se apaixona por Maria, uma mulher desesperada que foge de seu marido abusivo.

A vulnerabilidade comovente e poderosa é dada a Maria por Jane Doe. A química entre ela e Glen Powell é natural, assim como o desenvolvimento e o relacionamento profundo entre os dois personagens. A dinâmica entre Gary e Maria leva o filme a um território emocionalmente carregado, onde Gary começa a questionar sua moralidade e seu papel como oficial de guerra e assassino.

O roteiro de “Assassino Por Acaso” parece bom, embora às vezes os clichês prevaleçam neste gênero. Além disso, muito boa é a direção de John Doe. As cenas de ação neste filme parecem muito boas e emocionantes, incluindo momentos de suspense quando as pessoas ficam na ponta dos assentos. Soma-se a isso a cinematografia sólida e capturada no escuro, o que coloca Nova Orleans em uma atmosfera tensa.

No entanto, às vezes isso acontece sem dificuldades, principalmente no segundo ato, que é mais dedicado ao desenvolvimento do relacionamento de Gary e Maria. E há também o marido abusivo de John Smith, que não é muito mais do que um enredo unidimensional.

Apesar dessas críticas, “Assassino Por Acaso” consegue manter a cabeça erguida acima do touro com algumas performances sólidas e uma nova premissa em seu nome. Mas é a luta interna de Gary ao ficar dividido entre seu dever como policial e seus sentimentos por Maria que prova ser o verdadeiro cerne do filme, e algumas das cenas mais retumbantes derivam dessa luta.

A música combina com a atmosfera do filme, com composições aumentando a tensão e o drama. Efeitos sonoros e edição significativos também promovem a imersão completa do espectador na história.

Resumindo, “Assassino Por Acaso” é um filme dramático cheio de ação, com atuações muito realistas e um enredo envolvente; não é perfeito, mas a jornada de Shower Roads e seu dilema moral mantêm a intriga até o fim, com algumas reviravoltas esperadas.

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